Social Commerce: vender sem ter que vender

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A semana passada no II Congreso de Social Media, e hoje em nosso #TcTalks Social Commerceno eComm Retail, assumi o compromisso de explicar para uma audiência exigente o que há de tão estranho do Social Commerce. O que acontece? Por que passamos do Flower Power na redes sociais para a urgência da venda e do ROI?

Quando ninguém mais duvida que o consumidor, que sempre foi social, se transformou em um ser mais social armado com as novas ferramentas que a web 2.0 proporciona, poucas empresas aceitaram que as artimanhas do marketing valem pouco neste novo ambiente. O consumidor decide que informação recebe, quando a recebe, e isso abala as teorias clássicas do marketing baseado na compra de mídias tradicionais.

Os deixo nesta apresentação, a visão de Territorio Creativo sobre Social Commerce e como temos organizado os nossos serviços em torno dele. Um monte de exemplos concretos ilustram essa visão. Destaco nossa definição e alguma pérola escondida para animar vocês a apertarem o play. Espero que desfrutem dela. Seus comentários enriquecerão a visão. Sejam bem-vindos.

  • O Social Commerce orienta à venta o uso das mídias sociais corporativas e especialmente o uso da internet por parte do consumidor.
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  • Não se pode comprar um fã . É seduzido, cativado, intrigado, atendido. O filme não é interrompido. Acabará comprando sem que seja necessário vender.
  • O consumidor se tornou social Mas as empresas continuam nos tratando como targets publicitários. A revolução 2.0 é incontrolável e isso não vai ser solucionado facilmente apenas com um blog e um pagina no Facebook.
  • Vivemos em uma economia da atenção . E um amigo chama mais nossa atenção do que um triste anúncio. Devemos trabalhar para transformar nossos clientes em fãs
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